Pessoal, o "Nihil" está com 20% de desconto na Saraiva! Aproveitem!!!!
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Blog destinado ao meu livro primogênito, "Nihil - o julgamento". O que procuram os seres das trevas? Buscam a eternidade, o prazer, a satisfação de seus instintos mais vorazes. Entretanto, há um grupo de libertários que se revolta contra o sistema e parte em busca do que realmente vale a pena para eles, nem que seja necessário passar por cima dos anciãos e seus clãs e enfrentar o "Nihil". Espero que gostem do primeiro livro da saga "Nihil".
sábado, 5 de abril de 2014
quinta-feira, 19 de setembro de 2013
SER OU NÃO SER? APENAS REJUVENESCER!
Essa foi uma questão que sempre me preocupou. Por que temos medo de envelhecer, fenecer, morrer, que sentido isso tem? A vida nos oferece tantos atrativos para nos distanciar da ideia da morte, tanta distração, tantos "disfarces" para enganarmos o tempo, que o diga a indústria de cosméticos e cirurgias plásticas, as academias e as revistas de vida saudável!
Estamos vivendo um tempo "vampiresco", especialmente nas questões de exploração em todas as suas formas, como diz Leonard, "... Porque sou como todos os que aqui estão a viver nas delícias: eu os exploro. Há algo mais prazeroso do que conseguir o que se quer na facilidade e poder usufruir em plenitude?..."
Ainda bem que, assim como no livro, as pessoas estão acordando para muitas questões obscuras, tornadas claras graças àqueles que não temem o "Nihil". Pessoas que lutam pela liberdade de suas convicções num mundo mais humano.
Estamos vivendo um tempo "vampiresco", especialmente nas questões de exploração em todas as suas formas, como diz Leonard, "... Porque sou como todos os que aqui estão a viver nas delícias: eu os exploro. Há algo mais prazeroso do que conseguir o que se quer na facilidade e poder usufruir em plenitude?..."
Ainda bem que, assim como no livro, as pessoas estão acordando para muitas questões obscuras, tornadas claras graças àqueles que não temem o "Nihil". Pessoas que lutam pela liberdade de suas convicções num mundo mais humano.
domingo, 25 de agosto de 2013
MULHERES E VAMPIROS
Há uma relação interessante nesse aspecto. Os livros relacionados a elementos vampirescos e góticos têm inspirado em muito leitores e autores femininos. Acredito que seja pelo mistério, sensualidade e fantasia que isso nos provoca.
Fico intrigada quando minhas leitoras me questionam sobre o destino de "Leonard", e a simpatia que nutrem por esse que, na verdade, não é um ser lá muito "bonzinho", o que me deixa feliz por entenderem o conflito do personagem. Pensei que o foco fosse Rafael, mas fiquei surpresa ao perceber o sucesso do "Ser-das-Trevas" mor, o poderoso e frágil "Leonardo", como o chama Rafael.
Gostaria de ter um "feedback" de quem já leu, sobre esse assunto. E de quem ainda não leu, também.
Beijos.
sábado, 27 de julho de 2013
Estou trazendo um pequeno trecho de meu livro do capítulo "A Descoberta":
Trecho do livro "Nihil", intitulado "Revelações":
_ E por que me trouxe aqui?
_ Porque vou lhe mostrar um segredo!... Peço apenas que não tente entender, apenas observe. Vamos sentar aqui na praça – olhou o relógio – daqui a pouco descerá um ônibus cheio de estudantes. Quero que fique aqui e, depois de cinco minutos, me encontre naquele trecho da praça, entendeu?
_ Sim, mas...
_ Sem perguntas. Faz parte do jogo.
Os olhos azuis de Leonard brilhavam intensamente e a brisa fria sacudia seus cabelos claros. Um arrepio passou pelo corpo de Viviana. O vento! Estava com frio. Leonard tirou seu casaco e o ofereceu:
_ Coloque, o vento nos castiga hoje. Olhe como aumentou!
Silêncio. Estavam na expectativa. Ele vestia uma blusa branca, como naquela vez da ópera, e por cima dela, um pulôver branco de lã, realçando os seus ombros perfeitos. A visão que Viviana teve, foi a de um anjo: a lua cheia fazia o branco se tornar surreal e os raios cintilavam nos seus cabelos, numa cena apocalíptica. Sentia sua respiração acelerada, como um animal pronto a dar o bote.
O ônibus quebrou o silêncio. As vozes alegres dos estudantes ecoavam pela praça vazia, enchendo a rua fria de sons. Ele se levantou:
_ Espere aqui.
Dirigiu-se a uma moça, dava a impressão que lhe perguntava qualquer coisa, ela sorria. Ele continuou falando, a amiga dela cansou de esperar, foi embora. A praça foi silenciando, apenas restavam as gargalhadas da jovem, envolvida com aquele anjo surreal. Viviana não estava entendendo nada. A brincadeira era um jogo de muito mau-gosto...!
Eles foram descendo a praça pelo lado oposto ao de Viviana. Havia lá um bebedouro que impedia a vista de quem passasse pela rua. Viviana viu o carro descendo a rua próxima, parando rente ao bebedouro. Correu. Corria, seu coração pulando dentro do peito. Mal chegou, foi empurrada para dentro do carro, era Norman, fazendo um sinal de silêncio e com os olhos pedindo desculpas por estar fazendo aquilo: “É necessário, senhora...” – fechou a porta.
Os vidros do carro estavam selados com uma cobertura negra. Viviana queria gritar, mas a cena que viu ao olhar para o lado a fez emudecer: sentado no outro canto do carro, Leonard tinha nos braços a moça da praça e ao afastá-la de si, Viviana viu a camisa branca salpicada de sangue...
_ E por que me trouxe aqui?
_ Porque vou lhe mostrar um segredo!... Peço apenas que não tente entender, apenas observe. Vamos sentar aqui na praça – olhou o relógio – daqui a pouco descerá um ônibus cheio de estudantes. Quero que fique aqui e, depois de cinco minutos, me encontre naquele trecho da praça, entendeu?
_ Sim, mas...
_ Sem perguntas. Faz parte do jogo.
Os olhos azuis de Leonard brilhavam intensamente e a brisa fria sacudia seus cabelos claros. Um arrepio passou pelo corpo de Viviana. O vento! Estava com frio. Leonard tirou seu casaco e o ofereceu:
_ Coloque, o vento nos castiga hoje. Olhe como aumentou!
Silêncio. Estavam na expectativa. Ele vestia uma blusa branca, como naquela vez da ópera, e por cima dela, um pulôver branco de lã, realçando os seus ombros perfeitos. A visão que Viviana teve, foi a de um anjo: a lua cheia fazia o branco se tornar surreal e os raios cintilavam nos seus cabelos, numa cena apocalíptica. Sentia sua respiração acelerada, como um animal pronto a dar o bote.
O ônibus quebrou o silêncio. As vozes alegres dos estudantes ecoavam pela praça vazia, enchendo a rua fria de sons. Ele se levantou:
_ Espere aqui.
Dirigiu-se a uma moça, dava a impressão que lhe perguntava qualquer coisa, ela sorria. Ele continuou falando, a amiga dela cansou de esperar, foi embora. A praça foi silenciando, apenas restavam as gargalhadas da jovem, envolvida com aquele anjo surreal. Viviana não estava entendendo nada. A brincadeira era um jogo de muito mau-gosto...!
Eles foram descendo a praça pelo lado oposto ao de Viviana. Havia lá um bebedouro que impedia a vista de quem passasse pela rua. Viviana viu o carro descendo a rua próxima, parando rente ao bebedouro. Correu. Corria, seu coração pulando dentro do peito. Mal chegou, foi empurrada para dentro do carro, era Norman, fazendo um sinal de silêncio e com os olhos pedindo desculpas por estar fazendo aquilo: “É necessário, senhora...” – fechou a porta.
Os vidros do carro estavam selados com uma cobertura negra. Viviana queria gritar, mas a cena que viu ao olhar para o lado a fez emudecer: sentado no outro canto do carro, Leonard tinha nos braços a moça da praça e ao afastá-la de si, Viviana viu a camisa branca salpicada de sangue...
quarta-feira, 10 de julho de 2013
Livro Nihil
Disponível nas livrarias Saraiva online, Jalovi e Empório Cultural de Bauru e breve nas Livrarias Cultura e FNAC
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